segunda-feira, 2 de julho de 2012

"Escutem, ó céu e terra, e dêem atenção 'as minhas palavras." Deuteronômio 32.1



Bíblia:
A Palavra de todas as horas

Quando estou...
...meditando sobre a Palavra de Deus:

"Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha." (Mateus 7.24-25)

...agradecido pelas bençãos de Deus:

"Estejam sempre alegres, orem sempre e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês por estarem unidos com Cristo Jesus."
(1 Tessalonicenses 5.16-18)

...ansioso e impaciente:

"Ponha a sua vida nas mãos do Senhor, confie nele, e ele o ajudará."
(Salmo 37.5)

...com medo:

"Eu sou o Senhor, o Deus de vocês; eu os seguro pela mão e lhes digo: 'Não fiquem com medo, pois eu os ajudo'."
(Isaías 41.13)

...doente:

"O Senhor perdoa todos os meus pecados e cura todas as minhas doença; Ele me salva da morte e me abençoa com amor e bondade."
(Salmo 103.3-4)

...sofrendo por causa da morte de alguém:

"Então Jesus afirmou: -Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive crê em mim nunca morrerá."
(João 11.25-26)

...pensando que Deus me abandonou:

"Guardemos firmemente a esperança da fé que professamos, pois podemos confiar que Deus cumprirá as suas promessas."
(Hebreus 10.23)


sábado, 4 de fevereiro de 2012

O que significa Salvação ?


Pois antigamente nós mesmos não tínhamos juízo e éramos rebeldes e maus. Éramos escravos das paixões e dos prazeres de todo tipo e passávamos a nossa vida no meio da malícia e da inveja. Os outros tinham ódio de nós, e nós tínhamos ódio deles. Porém, quando Deus, o nosso Salvador, mostrou a sua bondade e o seu amor por todos, Ele nos salvou porque teve compaixão de nós e não porque nós tivéssemos feito alguma coisa boa. Ele nos salvou por meio do Espírito Santo, que nos lavou, fazendo com que nascêssemos de novo e dando-nos uma nova vida.

Deus derramou com generosidade o seu Espírito Santo sobre nós, por meio de Jesus Cristo, o nosso Salvador. E fez isso para que, pela sua graça, nós sejamos aceitos por Deus e recebamos a vida eterna que esperamos. Esse ensinamento é verdadeiro. (Tito 3.3-8)

Antes, vocês não eram o povo de Deus, mas agora são o seu povo; antes, não conheciam a misericórdia de Deus, mas agora já receberam a sua misericórdia. (1Pedro 2.10)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Um cristão pode perder a salvação?

 
Antes de responder a essa pergunta, o termo “cristão” precisa ser definido. Um “cristão” não é uma pessoa que fez uma oração, foi para a frente do santuário ou cresceu em uma família cristã. Embora cada uma dessas coisas possa fazer parte da experiência cristã, não é isso o que “faz” um cristão. Um cristão é alguém que recebeu a Cristo através da fé e confiou nEle como o seu único Salvador (João 3:16; Atos 16:31; Efésios 2:8-9).

Então, com essa definição em mente, pode um cristão perder a salvação? Talvez o melhor jeito de responder a essa pergunta tão crucial seja examinar o que a Bíblia diz que acontece no momento da salvação e estudar o que perder a salvação significaria. Aqui são alguns exemplos:

Um cristão é uma nova criação. “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; {criatura; ou criação} as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17). Esse versículo está falando de uma pessoa se tornando uma criatura completamente nova como resultado de estar “em Cristo”. Para um cristão perder salvação, a nova criação teria que ser cancelada e revertida.

Um cristão é redimido. “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula” (1 Pedro 1:18-19). A palavra “redimido” (resgatado) se refere a uma compra sendo feita, um preço sendo pago. Para um cristão perder a salvação, Deus mesmo teria que revocar a Sua compra pela qual pagou com o precioso sangue de Cristo.

Um cristão é justificado. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5:1). “Justificar” significa “declarar justo”. Todo aquele que recebe a Jesus como Salvador é “declarado justo” por Deus. Para um cristão perder salvação, Deus teria que voltar com a Sua palavra e “des-declarar” o que tinha previamente declarado.

Um cristão tem a promessa da vida eterna. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). A vida eterna é uma promessa de eternidade (para sempre) com Deus no Céu. Deus promete: “acredite e você terá vida eterna”. Para um cristão perder salvação, a vida eterna teria que ser retirada. Se um cristão tem a promessa de que viverá para sempre, como então Deus pode quebrar essa promessa e retirar a vida eterna?

Um cristão tem a garantia da glorificação. “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Romanos 8:30). Como aprendemos em Romanos 5:1, a justificação é declarada no momento de fé. De acordo com Romanos 8:30, a glorificação é garantida a todos que Deus justifica. Esse termo se refere a um cristão recebendo um corpo de ressurreição perfeito no Céu. Se um cristão puder perder a salvação, então Romanos 8:30 está errado porque Deus não pode garantir a glorificação para todo aquele que Ele predestinou, chamou e justificou.

Muitas outras ilustrações do que ocorre no momento de salvação podem ser compartilhadas. Até essas poucas que compartilhamos, no entanto, deixam bem claro que um cristão não pode perder a sua salvação. A maioria, se não tudo, do que a Bíblia diz que acontece com uma pessoa quando ela recebe a Jesus Cristo como Salvador seria eliminado se a salvação pudesse ser perdida. A salvação não pode ser revertida. Um cristão não pode deixar de ser uma nova criatura. A redenção não pode ser desfeita. A vida eterna não pode ser perdida e ainda ser considerada eterna. Se um cristão pudesse perder a salvação, Deus teria que voltar com Sua palavra e mudar de ideia – duas coisas que a Bíblia diz que Deus nunca faz.

As objeções mais frequentes à crença de que um cristão não pode perder a salvação são as seguintes: (1) o que dizer sobre aqueles que são cristãos e estão vivendo continuamente em um estilo de vida imoral? – e – (2) o que dizer daqueles que são cristãos mas no futuro chegam a rejeitar a fé e negar a Cristo? O problema com essas duas objeções é a suposição “são cristãos”. (1) A Bíblia diz que um cristão verdadeiro não vai viver continuamente em um estilo de vida imoral (1 João 3:6). (2) A Bíblia declara que qualquer um que abandone a fé está demonstrando que ele/ela nunca foi um cristão verdadeiro (1 João 2:19).

Não, um cristão não pode perder a salvação. Nada pode separar um cristão do amor de Deus (Romanos 8:38-39). Nada pode remover um cristão da mão de Deus (João 10:28-29). Deus está disposto e é capaz de garantir e manter a salvação que nos prometeu. Judas 24-25: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória, ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém!”

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Afastado do Caminho do Senhor



A igreja já foi o seu lugar. Suas noites, amizades e práticas cotidianas já foram muito diferentes do que é hoje. Seus sonhos também já foram diferentes, eles tinham um sentido de ser, embora talvez você não tenha percebido. Hoje os sonhos são outros, aliás, eu não sei se você tem sonhado muito ultimamente.

Algumas pessoas chamariam você de desviado, eu não usarei este termo, prefiro chamá-lo de afastado; afastado dos caminhos do Senhor.


Sua situação não é confortável, convenhamos. Falar do passado pode não ser muito agradável aos seus ouvidos, falar de futuro também não lhe traz muito conforto, afinal, você conhece a palavra de Deus e sabe muito bem o destino daqueles que não estão em Cristo Jesus.

O presente... Bem, o presente parece ser a melhor saída, mas não dá para ficar eternamente no presente, daqui a pouco você já estará no futuro e o futuro pode ser tarde demais.


Você está trilhando o perigoso caminho de uma vida sem futuro, sem esperanças e sem saídas. Confesse que nunca passou pela sua cabeça a idéia de que você tem o controle da sua vida e que quando estiver em perigo pode voltar correndo para Jesus? Já passou isso pela sua cabeça, não?

Cuidado! Muito cuidado! A bíblia diz:

Louco, esta noite pedirão a tua alma; o que tens preparado, para quem serás? Lc 12:20.

Louco! Esta é a expressão que a bíblia usa para qualificar uma pessoa que pensa assim!

Pense um pouco agora, veja como está a sua vida. Quais são suas chances? Onde encontrará abrigo quando a trombeta soar anunciando a volta de Jesus, Veja: Deus está te dando tempo para se arrepender e entregar-se a Jesus! Você vai trocar esta oportunidade por uma eternidade de sofrimento e profundo arrependimento de não ter aceitado agora?

Volte para Cristo


A volta para Cristo é necessária. A volta pode não ser um caminho fácil, não estranhe se houver oposição, fraquezas ou dúvidas. Viver afastado dos caminhos do Senhor é perigoso, desnecessário e poderá custar a sua vida, por isto, volte! Volte para o lugar que é seu e teremos uma imensa alegria de tê-lo de volta ao lar.
Eu não sei há quanto tempo você está afastado, talvez a igreja onde você congregava tenha mudado, as pessoas certamente mudaram, os costumes podem não ser mais os mesmos, mas Cristo não mudou, ele continua oferecendo seu amor a todos que se entregam a ele.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

De quem é a Terra Prometida?

  Você sabia que Israel é a única nação fundada por um ato soberano de Deus? Este é um dos motivos principais porque o mundo odeia tanto os judeus, principalmente os mulçumanos de todas as nações que circundam o minúsculo Estado de Israel. Deus disse para Abraão: 
 
"Sai da tua terra (Harã), da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei...  Darei à tua descendência esta terra" (Gen 12.1-7).

         Existem duas polêmicas com relação a Israel. A primeira é se a promessa feita a Abraão era uma promessa de terra real ou do céu. A segunda é se a terra real prometida a Abraão e seus descendentes é uma promessa incondicional ou dependente da obediência de Israel a Deus.
         Quando examinamos as Escrituras não temos a menor dúvida de que Deus desejava que Abraão e seus descendentes tivessem uma terra real na qual pudessem habitar. A passagem bíblica Gênesis 15.18 afirma categoricamente:
 
“Naquele mesmo dia, fez o SENHOR aliança com Abraão, dizendo: À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates”.   Gênesis 15.18

        Essa é uma terra bastante real. Em momento algum, nem mesmo alegoricamente, o céu é descrito como uma área entre o rio do Egito e o Eufrates.
         Deus disse a Abraão:
 
“Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas” (Gen 15.13-14).

         A partida de Israel em direção à Terra Prometida foi literal porque eles foram para um Egito literal. Depois de quatrocentos anos, eles haviam se transformado numa nação de três milhões de pessoas, que partiu fisicamente de um Egito literal para uma Terra Prometida literal – e não para o céu.
         O direito de posse da Terra Prometida foi passado de Abraão para Isaque (e não para Ismael como alegam os islamitas).  Deus disse então para Isaque: 
 
“habita nela, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai” (Gen 26.3).

         Mais uma vez, o direito de posse da Terra Prometida é passado adiante, agora de Isaque a Jacó. Deus disse claramente a Jacó:
 
“Eu sou o SENHOR, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaque. A terra em que agora estás deitado, eu ta darei, a ti, e à tua descendência”  (Gen28.13).

        É preciso estar numa terra bem real para poder se deitar nela.
       Agora vem a questão:  A promessa da Terra Prometida foi condicional ou incondicional?  Todos aqueles que pensam que a promessa foi condicional não entendem o que significa a aliança de sangue.  No pacto de sangue, as partes devem concordar com os termos.  Então as duas pessoas tomam um animal, matam-no, separam a carcaça em duas e colocam cada uma das partes em posição oposta, formando um caminho entre elas.  As duas pessoas juntam as mãos, recitam o conteúdo do pacto e andam por entre as duas partes do animal sacrificado.  O pacto de sangue significa que os participantes foram ligados até a morte e que, se algum deles romper o pacto, seu sangue deverá ser derramado como o do animal.  O pacto de sangue era um compromisso permanente e incondicional.
         No capítulo 15 de Gênesis, Deus ordena a Abraão que pegue uma novilha, uma cabra, um cordeiro, uma rola e um pombo; com exceção das aves, cortou todos os outros ao meio.  Deus fez Abraão cair num sono profundo – pois nenhum homem pode olhar para Deus e continuar vivo -, enquanto se preparava para fazer uma aliança de sangue com Abraão.  Em seu sono, Abraão viu “um fogareiro fumegante e uma tocha de fogo que passou entre aqueles pedaços”.  A coluna de fogo significava a presença da glória Shekinah de Deus.  Deus estava se comprometendo incondicionalmente e para sempre, através de uma aliança de sangue, com Abraão e seus descendentes, dizendo:  “à tua descendência dei esta terra”.
         Centenas de anos depois Deus diz de Davi com relação a esta aliança:
 
“Se os seus filhos desprezarem a minha lei e não andarem nos meus juízos, se violarem os meus preceitos e não guardarem os meus mandamentos, então, punirei com vara as suas transgressões e com açoites, a sua iniquidade.  Mas jamais retirarei dele a minha bondade, nem desmentirei a minha fidelidade.  Não violarei a minha aliança, nem modificarei o que os meus lábios proferiram” (Salmo 89.30-37).

         Isto é uma confirmação de que a promessa de Deus feita a Abraão e sua descendência foi incondicional.

E quanto ao futuro de Israel?

         Israel renasceu como nação no dia 15 de maio de 1948, quando a ONU reconheceu o Estado de Israel.  Pode ter certeza absoluta:  este foi um cumprimento de Isaías 66.8. Quem pode negar estas palavras bíblicas?  - 
 
“Mudarei a sorte de meu povo de Israel; reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, plantarão vinhas e beberão o seu vinho, farão pomares e lhes comerão o fruto.  Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o SENHOR, teu Deus” (Amós 9.14-15).

         Hoje, para quem ainda não sabe, Israel é um grande celeiro de frutas e flores naturais, exportando para muitos países da Europa (e olhe que há apenas algumas décadas aquela minúscula região era apenas areia, pedras e deserto), somente para se cumprir a profecia que diz:
 
“Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo” (Isaías 27.6).

         Os profetas de Israel declararam que a nação renasceria, que seria reconstruída e que os judeus nunca mais seriam removidos.  Quando o Messias viesse, ele estabeleceria o seu trono na cidade de Jerusalém (não no Vaticano, nem em Aparecida do Norte, nem no “santuário” de Lourdes ou Fátima, nem em Londres, nem em Paris e muito menos no Vale do Amanhecer em Brasília).
         O trono do Messias vai ser estabelecido (quer o diabo queira ou não) em Jerusalém, e o seu reino jamais terá fim.
         O mundo duvida disso, mas o diabo não, ele apenas quer atrapalhar os planos de Deus (sem sucesso, é claro).
         Os islamitas desconhecedores da Palavra de Deus querem a Terra Prometida a todo custo, mas o próprio diabo sabe que isso é impossível.
         Ó amigo, Deus não é homem para que minta:  a Terra Prometida é dos judeus
         Não perca seu tempo odiando os judeus.  JESUS NUNCA DEIXOU DE SER UM JUDEU.
“A SALVAÇÃO VEM DOS JUDEUS”. (João 4.22).

Autor: Adail Campelo

domingo, 1 de maio de 2011

Batismo




Viveu muitos anos atrás, na Síria, um homem chamado Naamã. Não nos é dito muito a seu respeito, mas sabemos que era comandante do exército sírio e que um dia percebeu que estava leproso. Hoje a lepra pode ser curada, mas naqueles dias ter essa enfermidade significava uma só coisa - agonia prolongada e morte certa. 

Evidentemente Naamã era homem muito bom e soldado valoroso, pois o rei da Síria tratou de descobrir um meio de curar seu servo. Uma meninazinha hebréia, escrava na casa de Naamã, ouviu da perplexidade de seu amo e disse a sua esposa que o profeta de Deus, Eliseu, poderia curá-lo, se ele fosse a Samaria. 

Como a maioria das pessoas que sofrem de alguma doença mortal, Naamã estava disposto a tudo tentar. Quando o rei de Israel recebeu o pedido do rei da Síria, para que fizesse alguma coisa em benefício da saúde daquele homem, ficou preocupado com pedido tão incomum. Eliseu, porém, mandou-lhe dizer que Deus Se encarregaria do problema. Quando Naamã chegou à casa de Eliseu, o profeta nem ao menos foi ao seu encontro, na porta. Eliseu apenas mandou seu servo dizer a Naamã que, se quisesse curar- se, fosse ao rio Jordão e mergulhasse sete vezes em suas águas. 

A princípio Naamã ficou muito indignado e recusou-se a fazer isso, mas depois de conversar com os seus oficiais, obedeceu e foi banhar-se sete vezes no Jordão. A Bíblia nos diz dos resultados que trouxe a sua confiança em Deus, e o fazer o que lhe havia sido aconselhado. Diz o texto: "Sua carne se tornou como a carne de uma criança, e ficou limpo." II Reis 5:14. Foi curado porque teve fé e obedeceu às instruções que Deus lhe dera por intermédio de Seu profeta Eliseu. 

Não havia na água do rio secretas substâncias curativas. O mergulhar-se Naamã sete vezes foi meramente sua maneira de demonstrar fé no Deus de Israel. Foi Deus que o purificou e curou. Muitos de nós estamos atacados da lepra espiritual do pecado, e precisamos ser purificados de todos esses pecados. Descubramos, na Palavra de Deus, como podemos ser curados.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Deus




 
“Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, tu que puseste a tua glória dos céus! Da boca das crianças e dos que mamam tu suscitaste força, por causa dos teus adversários para fazeres calar o inimigo e vingador. Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste que é o homem, para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste; de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo, as aves do céu, e os peixes do mar, tudo o que passa pelas veredas dos mares. Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra!” (Sl 8)

Deus é o Criador de tudo e de todas as coisas. Ele é o nosso modelo de criação e de organização. Nada escapa aos Seus olhos. Nada, nem você. Deus vê tudo e sabe quando eu estou sendo fiel ou infiel. “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, vigiando os maus e os bons.” (Pv 15:3).

Muitas vezes os nossos conceitos de fidelidade e de organização não são os dEle. "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor." (Is 55:8)

Deus criou os Céus

Deus criou os céus e neles colocou hierarquias: anjos, arcanjos, querubins e serafins. E, para cada uma dessas hierarquias, delegou tarefas. Os anjos sabem o que fazer, assim como os arcanjos, querubins e serafins. Cada um deles tem uma instrução debaixo da orientação divina.

Deus criou o Universo

Deus criou o Universo. Os astros não se chocam uns nos outros porque há uma organização que foge ao entendimento humano. Porém, nós sabemos pelo Salmo 90 que o Senhor é o Criador de tudo. Ele criou todos os mundos e cada um deles é sustentado pela Sua palavra de poder (Sl 74:17 / Sl 148:1-6 / Hb 1:3).

Deus criou a Terra

O Senhor criou a Terra e estabeleceu limites, regras e orientações para que o Planeta fosse habitável e não fosse destruído. Deus deu comandos ao homem para administrar a Terra. Para isso, temos autoridade nos planos físico e espiritual. No físico, temos domínio e governo sobre todos os animais. No espiritual, dominamos o réptil que se arrasta sobre a Terra, a Serpente (Gn 3:1).

Apocalipse 20:2 diz que a antiga serpente é Satanás, que virou dragão, alimentando-se do pó, ou seja, da carne, do pecado de homens que poderiam dizer não ao diabo, mas deram comida para ele. Entretanto, se depender de nós, mataremos a serpente de jejum, porque não iremos alimentá-la.

Deus criou o Éden

Ao criar o Éden, Deus colocou nele o homem e o responsabilizou por tudo que acontecesse ali. O Éden era apenas um jardim e, segundo arqueólogos, era maior do que a atual Turquia. Só é possível administrar algo feito por Deus com um poder sobrenatural, mas o pecado fez Adão perder o posto e ser expulso do trabalho.

No pecado, perdemos a força de administração pessoal e coletiva. Falo de pecado generalizado, pois não se peca só pelo que se faz, mas pelo que se deixou de fazer: “aquele que sabe fazer o bem e não faz, comete pecado.” (Tg 4:17).

Deus criou o homem

Deus criou o homem, a coroa da criação. A Bíblia diz que o homem é a coroa da criação, feito um pouco menor do que Elohim, que o encheu de glória e honra (Sl 8). Ele foi criado para ser o embaixador de Deus (II Co 5:20), representar um governo em outro país com a autoridade de governante. Como embaixador do Reino de Deus, o homem representa a causa do Pai na Terra.

Nascemos em um reino biológico e espiritual e dentro de nós há uma sede da embaixada de Deus, onde mora o Espírito Santo (Ef 1:13), que nos leva a toda a verdade e nos fará lembrar de tudo quanto Jesus nos ensinou (Jo 15:26).

Deus criou o Seu povo e o organizou

Os Patriarcas - Abraão, Isaque e Jacó. Quando Deus organizou as gerações, marcou a primeira geração como de patriarcas, porque eram responsáveis para gerar. Seriam reconhecidos como homens de autoridade, que iniciariam outras gerações.

Os Profetas. Depois dos patriarcas, Deus organizou os profetas. O ministério profético nasceu oficialmente em Elias (I Rs 17 e II Rs 1 a 10), e foi cheio de unção, poder e sabedoria, pois o profeta tem o crédito de Deus na boca.

Os Sacerdotes. Deus organizou sacerdotes para ratificar e executar a palavra que havia sido liberada pelos profetas. O povo não poderia viver só na palavra ouvida e não operada. O que o profeta diz, o sacerdote executa. Samuel, além de ser profeta e juiz, tinha poder para dizer se o rei continuava ou não no trono.

Os Reis. Deus organizou reis com poderes para orientar politicamente o povo e tirá-lo do sofrimento. Ele queria deixar a Terra organizada politicamente, com base no pensamento do Reino dos Céus, uma visão do céu na Terra, para que o povo não andasse segundo qualquer pensamento nem estabelecesse sua própria vontade.

O rei deveria conhecer a vontade de Deus e estar em consenso com os sacerdotes para trazer cura para o povo, e em consenso com os profetas para não perder a direção do céu para a Terra.

A nação. Dentre todas as nações da Terra, Deus chamou uma pelo nome: Israel. Nenhuma outra nação teve o nome dado por Deus. Ela começou num lugar chamado Sucot (tenda, tabernáculo), por Jacó, que teve seu nome e sua identidade mudados (Gn 32:26-28).

A liderança – de Abraão a Josué. Deus organizou a liderança de Abraão para entrar em Canaã. Organizou uma liderança de saída do Egito por Moisés e uma liderança de entrada na Terra Prometida por Josué. Sair é importante, mas o fundamental é chegar.

As tribos. Para que o povo ocupasse o território, já deveriam entrar com as tribos organizadas, sem bagunça, sabendo o lugar para onde cada uma delas iria. Ninguém pode pensar num território lá na frente sem organizar a entrada antes e sem saber qual território ocupará.


Deus organizou o caráter de um povo

Jacó/Israel (Gn 32:28). Jacó saiu da sua terra, mas a conquistou de novo como Israel. Muitos perderam empregos, empresas, tanta coisa, porque era "Jacó". Com um caráter enfermo não será possível conquistar o que Deus deseja lhe dar.

Simão/Pedro (Jo 1:42). Enquanto Pedro era Simão, Deus não lhe entregou a promessa nem as chaves do Reino. Deus mudou a vida de Simão – homem instável, desequilibrado, para Pedro – rocha.

Saulo/Paulo (At 9:1-9). Saulo, o maior perseguidor da Igreja, quando se converteu, transformou-se em Paulo, o maior evangelista apóstolo da história. Na cadeia, escreveu mais cartas às Igrejas do que todos os outros que estavam soltos, deixando livros que são base teológica para todos nós.

A multidão. Deus organizou as multidões para que os milagres acontecessem. Primeiro em grupos de 12 (Lc 6:12) e em grupos de 50 e 100 (Lc 15:3-7). Muita coisa você não conseguiu, porque não se organizou. O milagre da multiplicação dos pães veio depois que Jesus mandou que todos se organizassem em grupos de 50 e 100. Quando organizamos, o povo se alimenta e se farta.

Quando Deus quis que o Reino fosse radicado, organizou a equipe de 12 (Lc 6:12). Quando quis que o reino fosse multiplicado organizadamente, tratou com os grupos de 50 (Mc 6:39-41). Quando quis ensinar o controle da multidão, mostrou que podemos organizar grupos de 100, o número do aprisco de Lucas 15:3-7.

Deus não abençoa na desorganização e só teremos projetos de nobreza quando nos organizarmos. "O nobre projeta coisas nobres e na sua nobreza perseverará" (Is 32:8). O Criador, Organizador e o Professor vivem dentro de nós. Ele nos levará a uma organização perfeita para que possamos ampliar o nosso território e viver tudo o que Ele tem para nós. Ele tem-nos prometido dias de avivamento. Deus é tremendo!

sábado, 16 de abril de 2011

Conquistadores de autoridade


"E desde os dias de João, o Batista, até agora, o Reino dos céus é tomado por esforço e os que se esforçam se apoderam dele." (Mt 11:12)


A guerra espiritual é uma conquista de autoridade. Só se apodera do Reino dos céus quem se esforça. Não é um esforço natural. A Bíblia não nos ensina nem nos incentiva a um esforço natural, mas, ministra-nos sobre o esforço sobrenatural.

Estamos saindo da esfera natural para a sobrenatural, porque a guerra não é travada no plano físico, é no espiritual. "... pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes." (Ef 6:12)

Muitos não entendem ainda porque não conquistam territórios. É porque ainda estão na esfera física e acham que essa conquista está dentro do esforço do seu próprio entendimento, dentro daquilo que absorvem, das suas próprias conclusões. Na verdade, esta não é uma conquista lógica, ideológica, humana. É espiritual, liderada pelo próprio Deus, que diz: "Eu sou o grande Guibor".


O que é ser Guibor

Guibor significa guerreiro provado e aprovado. Alguns guerreiam, mas não são aprovados; alguns se ferem, quebram armas, quebram o escudo. Outros guerreiam e não voltam.
Ser um Guibor é um chamado de Deus para cada um de nós. O Senhor quer nos batizar como conquistadores de territórios novos. É importante ir à guerra, mas o fundamental é vencer a guerra.

Uma das maiores guerras é a tentação. É na hora da tentação que sabemos se somos aprovados ou não. A tentação não é uma guerra física, é espiritual. Devemos distinguir o que é natural do que é sobrenatural. Deus está-nos dando a visão de entrar nos territórios com discernimento de espírito.

Deus nos permitirá perceber no reino espiritual para que, quando entrarmos num ambiente, saibamos o que é natural e o que é sobrenatural, para não gastarmos o exercício do Reino numa causa vã, inútil, que não terá retorno. Sem discernimento, alguém pode passar horas expulsando de um bêbado um demônio que não existe.

O Reino de Deus é um reino de inteligência! Quando falamos "desde João Batista... o Reino é tomado com esforço..." falamos de renúncia de coisas que são naturais, mas que atrapalham no sobrenatural. João é uma espécie de renúncia porque ele é um ermitão, um homem de isolamento. Mas ele ficou isolado para ter percepção do que estava acontecendo. Ele ficou num deserto e muitos de nós, para sermos forjados, para conquistarmos um território, teremos que entrar num deserto. Foi num deserto que João começou a ter percepção de quem era raça de víboras, quem era de Deus, quem não era e quem era o Messias.

Jesus é quem diz que o Reino de Deus desde os dias de João é tomado por esforço até o dia de hoje. Todos que querem tomar posse do reino ou do território terão que entrar nesta guerra, esforçar-se, mas Jesus mostra que não é na esfera natural, é na sobrenatural.

Lucas 1:33 mostra que esse reino não tem fim. “E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim.” O Reino de Deus é um reino constante, não acaba, porque a obra que Deus começa na nossa vida será aperfeiçoada até o dia de Cristo Jesus. A obra que Deus começou na sua vida irá continuar. "...tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus." (Fp 1:6)

O Reino de Deus é um reino que tem identidade própria, não surgiu por acaso. O reino messiânico começou em Belém de Judá e tem o objetivo de que todos conheçam Jesus e se tornem um cidadão do Reino. Não importa se antes éramos cidadãos romanos. No dia em que o Reino de Deus vem, apodera-se de nós, Jesus entra com violência no reino do espírito, arranca-nos do império de trevas e nos transporta para o Seu Reino.

"...e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado." (Cl 1:13). Esse verbo em hebraico é iadar, uma força sobrenatural, que lhe pega com o poder e com majestade, arranca os seus pés das trevas e lhe dá a redenção. Todos nós recebemos uma identidade para vivermos conforme este Reino.

Estávamos cheios de jugo, traumas, angústias, na síndrome da pobreza, da miséria; nenhum de nós tinha alguma expectativa, e o diabo ainda vinha dizer que não tínhamos mais jeito, que estávamos condenados ao inferno. Mas houve alguém que gritou: "Eis aí o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (Jo 1:29).

Na declaração de Mateus 3:2, Jesus é categórico: "o reino de Deus chegou!". Aleluia! Acabou a síndrome do diabo; ele terá que engolir a sentença de morte. Jesus nos deu Sua vida. O Reino de Deus chegou para libertar os cativos do diabo.

Atos 10:38 diz: "...Deus ungiu a Jesus de Nazaré, o qual andou por toda parte fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele". O Reino foi manifestado para desoprimir a geração que estava debaixo do jugo do diabo. Jesus veio para realizar muitas coisas, mas duas delas eram emergenciais diante de tudo que passamos e de todos os testes que enfrentamos. Duas situações são essenciais e fundamentais na chegada do Reino:

1. A nossa libertação

Imagine uma pessoa ser curada e não ser liberta. Adoecerá de novo. O Reino de Deus veio primeiro para libertar os cativos do diabo.

2. A cura das feridas da alma

Jesus é o psicoterapeuta da Igreja. Ele sabe onde e como está o problema. Você pode esconder o problema de quem você quiser, mas Deus conhece tudo e Ele nos promete cura. É de graça, mas não é barato. Já foi pago na cruz do Calvário.

A libertação e a cura são duas autenticações que vão legitimar o caráter do Reino. Uma pessoa que diz que pertence a este Reino e não é liberta está pré-reino. Muitos estão quase no Reino, mas estão tão fora quanto quase.

Continua...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Páscoa, Linguagem de amor do Pai


A Páscoa é o ato salvífico de Cristo morrendo na cruz para nos resgatar, proclamar nossa vitória e profetizar nossa entrada no céu. Ao celebrarmos a Páscoa, celebramos a garantia da vida eterna. Jesus morreu e ressuscitou e por causa dessa verdade somos milhares e milhares que trazem o aumento do Reino. Sua morte trouxe-nos vida e nossas vidas são o resultado dessa profecia, dessa chamada que nos fez cidadãos do céu.

A Páscoa está centrada na pessoa de Jesus Cristo. A Páscoa fala de mensagens exclusivas:

1. Livramento de morte

A Páscoa é a bênção de Deus para nos livrar da morte. Ainda que morramos fisicamente, quem nasceu de novo em Cristo tem a vida eterna, não morre mais. Jesus morreu, mas ressuscitou e está vivo, e nós também temos a mesma vida quando partimos deste mundo efêmero. Nós cremos no céu como uma realidade e cremos que Jesus voltará para levar Sua Igreja. Temos a vida eterna porque fomos libertos da morte!

2. Libertação

A Páscoa se manifestou para nos livrar da escravidão do pecado. Assim como os filhos de Israel estavam presos no Egito e o Senhor os livrou, assim Deus enviou Seu Cordeiro Pascal, Jesus, para nos livrar do pecado. “Este é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” (João 1:29) “Se o filho do homem vos libertou, verdadeiramente sereis livres.” (João 8:36). Nós somos livres!

3. Chance para arrancar as pragas da vida

No dia da Páscoa realizada no Egito, o povo hebreu testificou juntamente com todos os egípcios que o Deus de Israel é o Senhor Todo Poderoso. O povo do Egito foi ferido com pragas por causa da desobediência, mas o povo de Deus não foi atingido.

A Páscoa é uma chance de Deus para arrancar as pragas do povo. O que é praga? É maldição. Muitas vezes essas maldições acompanham nossa família. O Senhor diz em Deuteronômio que essas maldições seriam visitadas até a terceira e quarta geração. Mas, o Cordeiro Pascal encerra todas as maldições. Ele se tornou maldição em nosso lugar para que fôssemos libertos.

4. Chance para herdarmos a terra

Assim como o povo de Deus saiu do Egito, depois da Páscoa, para herdar a terra que o Senhor prometeu, nós temos em Cristo a nossa herança. Romanos 8 nos diz que somos herdeiros de Deus e co-herdeiros em Cristo Jesus. É herança da glória. Todas as vezes que o diabo quer afligir nossa alma, afligir nossa vida e atingir nosso espírito Deus, por misericórdia e graça, dá-nos a chance de conquistarmos mais um território, pois o povo de Deus é a geração eleita para vencer sempre.

5. Chance para rendição completa

Desde Gênesis, no capítulo 3, quando o homem foi coberto com pele de carneiro por causa do pecado, Deus já estava apontando para o Calvário. Ele fez a promessa de que um dia veríamos esse Cordeiro manifestado como gente, que morreria, ressurgiria, iria para glória, mas voltaria para buscar Sua Igreja. Os profetas apontaram para o Calvário, lugar em que o Cordeiro seria imolado à tardinha, mas também no terceiro dia ressuscitaria com poder e grande glória. É um cenário que se forma, no qual homem com homem se confrontam de forma horizontal, redimidos, lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro, então começam a olhar de forma vertical para seu Criador.

Há uma mistura entre esse Deus que veio à Terra em forma de homem e Seu Corpo na Terra, a Igreja. O céu tem uma representação legal do homem: Jesus Cristo, o nosso intercessor que está à direita de Deus (Hb 4) e a Terra também tem seu representante legal do céu: a Igreja, os filhos de Deus lavados e redimidos pelo sangue do Cordeiro.

Podemos observar, então, que quando Deus quer mudar o curso das coisas na Terra, Ele convoca a Sua representação legal, a Igreja, a geração eleita. Somos canais de Deus para que Ele possa nos usar como quer e trazer Sua glória sobre as nações, anunciando que o Cordeiro Pascal está vivo.

Essa visão de mistura entre o divino e o humano é a vida plena de Jesus trabalhando em sinais na vida dos homens. Cada um sinalizando a vida de Deus na Terra. Você é o ponto de contato de Deus na Terra. Isso só é possível, porque existe a Páscoa, porque o Cordeiro Pascal veio à Terra, entregou-Se no Calvário, assumiu o nosso lugar de pecado, morreu, ressuscitou e nos deu sua própria vida.

Quem compreende a visão do Cordeiro Pascal e se confronta com Ele não pode continuar o mesmo. Ele é o nosso modelo e Se entregou totalmente. Quando olhamos para Ele, rendemo-nos de igual modo. Ele é a nossa esperança e a nossa vida.

Deuteronômio 30 diz que devemos andar nos estatutos do Senhor, porque Ele é a nossa vida. João 1 diz que Ele é a vida, e, quando ressuscita Lázaro, diz: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim ainda que esteja morto, viverá.” O nosso Jesus é vivo e garante vida para Seus filhos. Por tudo isso, nós nos rendemos com alegria. Não é uma rendição com saudosismo, é uma rendição com boa expectativa. “Eu sei em quem tenho crido e estou certo que é poderoso para guardar o meu tesouro até o dia final”. (II Tm 1:12).

6. Garantia de Pureza

No Egito, o povo hebreu marcou as portas da casa com sangue. Aqueles que estão ligados com o Cordeiro Pascal em casa têm a legalidade para fluir o Reino de Deus, para ver a glória de Deus na sua própria casa.

O Senhor disse que, quando o anjo da morte passasse e visse a marca do sangue, passaria por cima e não mataria o primogênito. Hoje a casa do crente em Cristo tem não só a porta ungida, mas toda ela recebe a cobertura do Cordeiro de Deus.

A Bíblia diz que nós fomos purificados pelo sangue. O sangue de Jesus não é brincadeira para nos lavar num dia e deixar-nos sujos no outro. “O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado.” (I João 1:7). É a garantia de pureza que temos. Há poder no sangue de Jesus! Quem tem Jesus como Rei em sua casa, tem toda sua casa debaixo desta garantia.



7. Cumprimento Profético

Jesus morreu e ressuscitou, mas tudo já tinha sido anunciado por meio de profecias. Deus mesmo denunciou-se, comprometeu-se. Quando prometemos alguma coisa, devemos cumprir, porque selamos um compromisso. Quando não prometemos, não podemos ser cobrados, mas se prometemos ficamos aliançados.

Deus disse: Eu darei alguém que pisará a cabeça da serpente (Gn 3:15). Por isso todos os homens ficaram esperando e confiando que esse homem chegaria. “Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa.” (Nm 23:19).

Os profetas diziam: Ele chegará! E hoje a Igreja se levanta para dizer: Ele voltará! A Páscoa aponta para Aquele que morreu, ressuscitou e voltará. O nosso Jesus não está mais morto, apesar de Roma ainda proclamar o Cristo pendurado no madeiro, um “Senhor” morto. A Páscoa nos garante o cumprimento da volta do Senhor. Ele voltará por causa de nós, porque nos ama, porque nos quer perto dEle mesmo (Jo 14:3).

8. Singularidade

As coisas do Reino de Deus são simples. Não precisamos inventar passos para sermos batizados no Espírito Santo ou para aceitar Jesus. A Bíblia diz que precisamos de apenas: com a boca confessarmos Jesus como Senhor e com o coração crermos que Deus O ressuscitou dentre os mortos (Rm 10:9-10).

A Páscoa deve ser celebrada em sua mais depurada singularidade. Como? Colocando fora o misticismo. Não existe misticismo na Páscoa Bíblica, mas na romana, sim. É cheia de idolatria e de mentiras. O nosso maior problema é a falta de reflexão e conhecimento bíblico.

Os filhos de Deus precisam meditar e refletir na Palavra para não serem levados por qualquer vento de doutrina. Ficamos muitas vezes presos a culturas, a rituais que não conhecemos a origem. Nenhuma festa mística que tem duplo sentido, que está envolvida com impurezas, tem comunhão com Deus. É por isso que Deus nos adverte: não comungue com isso (I Co 10:14-22).

A verdadeira Páscoa aponta para a redenção, para a salvação, para o resgate e para a vida que devemos viver no Pai. É uma linguagem no reino espiritual de como fomos arrancados das trevas e de como Jesus nos trouxe para o Seu Reino de luz. Páscoa é libertação que demonstra a linguagem de amor do Pai entregando Jesus Cristo para morrer na cruz do Calvário para salvar a você e a mim.

domingo, 10 de abril de 2011

Céus de cura para sua casa

"Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados" (Is 58:1).

As pessoas são curadas mediante a profecia que liberam, por isso precisamos aprender a profetizar. Profetizar é tomar a boca de Deus emprestada e falar o que Deus fala.

Para que a cura se manifeste dentro da sua casa, você precisa falar palavras que estejam em linha com a Palavra de Deus. Então a sua cura virá depressa. Haverá um milagre em sua casa por intermédio da sua boca.

A conseqüência do que falamos é a manifestação de um milagre ou de uma maldição, de uma solução ou de um problema. O que você quer: milagres ou maldições? Claro que milagres. Então aprenda a caminhar pelas regras divinas.

Precisamos aprender a conversar as coisas certas em lugares certos para que causem impacto. A maioria de nós, para promover algo dentro do nosso relacionamento social, físico, intelectual, emocional, precisa fazer um exercício de vocábulos.

Não é qualquer lugar que favorece certos tipos de linguagem. Por exemplo: se você estiver na sala de aula, encontrará grupos que falam palavrões, outros mais educados, outros que falam alto demais.

Em nosso trabalho, conhecemos pessoas fiéis, outras infiéis. E existem pessoas que convivem conosco e nós não as conhecemos. Assim como existem cônjuges casados há anos que não se conhecem, e vivem um relacionamento enfermo, marcado pelas transgressões de Jacó.

É por isso que precisamos ter a consciência de que fomos chamados para arrancar essas transgressões. Mas que tipo de transgressões são essas? É o que veremos agora.

Transgressões

1. Mentira entre os cônjuges

Toda mentira entre os cônjuges precisa acabar. Com sabedoria, arranque a mentira da sua casa. Na maioria das vezes, um cônjuge não é verdadeiro com o outro nos sentimentos. Amar é mais uma atitude do que um discurso. O amor é muito mais respeitado quando é agido do que quando é falado, embora seja necessário falar e agir. Não diga que ama por pressão.

Tenha diálogos francos com seu cônjuge, sem rispidez, mas com sinceridade. Faça exercícios de declarações de amor todos os dias para seu cônjuge, na frente dos filhos, para que estes se sintam seguros. Fale a verdade sempre e mande embora todo espírito de mentira.

2. Deslealdade nos compromissos assumidos entre o casal

A deslealdade nos compromissos entre o casal causa muitos dissabores no relacionamento. Quando você fizer qualquer promessa ao cônjuge, cumpra-a. Não esqueça suas promessas, nem finja que as esqueceu. Alimente-as e você nunca se esquecerá delas. Deus não esquece as promessas que faz aos Seus filhos; Ele sempre as cumpre.

Tenha a integridade de cumprir as promessas que faz. Se houve esforço, mas não foi possível cumprir as promessas, ou só foi cumprida uma parte delas, saiba dialogar com o cônjuge para que entenda a situação e busque meios para sanar o compromisso, mas nunca deixe incompleto o cumprimento da promessa.

3. Usurpação de direitos conjugais

A Bíblia diz em I Coríntios 7 que o desejo do marido é para a sua mulher e o desejo da mulher é para o seu marido: "O marido pague à mulher o que lhe é devido, e do mesmo modo a mulher ao marido. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher".

Marido e mulher devem se honrar, tanto no físico, como no emocional e espiritual, sustentando as rédeas da casa, orando pela prosperidade da família, cobrindo os filhos em oração.

Quando o casal conhece a Deus e não está fazendo isso, está usurpando o direito do cônjuge. Não faça votos nem alianças de se abster da relação sexual antes de consultar o cônjuge.

Votos e alianças de pessoas casadas só têm validade se o marido disser o sim. Não negue ao cônjuge os seus direitos conjugais. Entre muitos casais cristãos a mulher tem vergonha de procurar o marido e muitos homens são acanhados na relação, porque o marido tem dado nomes pejorativos para a esposa ou porque a mulher tem-se negado ao marido. Por conta disso, muitos maridos e mulheres têm sido empurrados para o adultério.

Não existe motivo para que os direitos conjugais sejam negados, "senão de comum acordo por algum tempo, a fim de vos aplicardes à oração e depois vos ajuntardes outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência" (I Co 7:5).

A Bíblia fala de sexo como fala de adoração. Nós é que somos maliciosos e maldosos e sujamos a santidade da relação sexual no casamento. A Bíblia fala sobre relação sexual, mas não falta a santidade. Deus quer que tenhamos saúde sexual dentro dos princípios do Reino.

4. Desejo do que não é nosso

Desejar o que não é nosso é pecado. Portanto, não coloque os olhos em coisas que não lhe pertencem, querendo que o cônjuge fique anulado porque a mídia incentiva a prostituição, o adultério. A Bíblia diz que a prostituta sofre por um pão de dores, mas a mulher adúltera procura um homem de valor (Pv 6:26). Homens de Deus, que têm valor, não procuram prostitutas, mas devem ficar alertas quanto às adúlteras, que podem querer lhes derrubar.

Marido, nunca pense que está imune às tentações, quebre qualquer laço de adultério, porque você tem a integridade e não usurpará o direito da aliança que fez com a mulher da sua mocidade.

Esposa, cumpra as suas funções, sem violentar o seu corpo; cumpra com alegria e submissão às solicitações do seu esposo, porque ele, segundo a Bíblia, vale muito para a mulher adúltera. Não empurre o seu marido para a prostituição nem para o adultério.

Como arrancar essas transgressões:

1. Grite com toda a força
 Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.” (Is 58:1)

Esse grito não está retratado a um grito físico. É o grito da atitude, é falar: "Deus, sara o meu casamento!" Se existe alguma área no seu casamento que não está sarada e você ainda não viu a cura brotar sem detença, grite em plenos pulmões, lembrando a Deus Suas promessas, e Ele fará vir à cura sem demora.

2. Erga sua voz como trombeta
“ Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados.” (Is 58:1)

Trombeta é shofar. O shofar representa a voz de Deus. Proclame o que o respalda na palavra. “Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente...” (Is 58:9).

Comece a fazer confissões das promessas de Deus para o seu casamento. Ore a Palavra. O shofar significa o toque para um território ser conquistado, para uma causa ser ganha, sob o comando de Deus. O problema é que queremos resolver tudo com a nossa sabedoria e já sabemos que problemas de casamento só se resolvem com a Palavra de Deus.

A sua casa não é casa de Jacó. Sua casa é o Israel de Deus. Clame em alta voz denunciando as áreas que precisam de cura e, sem detença, o Senhor fará o milagre. "Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui" (Is 58:9).